segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Mais uma madrugada sem sentido

Do outro lado da tela encontro um amor de éras
Entre espinhos e petalas
A leveza dela com um simples toque de caos
Bagunçando ao passar por mais uma vez

Meu olhar ja não encontra o teu
E por mais que negue
O sentir faz falta
Como petalas ao vento
Caindo ao relento que se tornou amar você

Nas loucuras que fiz ao dizer sim
E das dores q senti a cada não
Sua partida não levou embora
A morada em meu peito
Antes preenchida por ti
Cômico ver o que nesses vai e vem
Nos tornamos

A dor some por vezes me deixando vazia
Porem quando volta
É como lança afiada atravessando minha alma
Um respirar apenas ja basta para a morte chegar
Morte de quem?
De ninguem
Ninguém este que me tornei
Entre confusões ja não  entendo meu querer
Ja me perco em meu sofrer
E busco a luz do meu amar que ja nem sei por onde esta

sexta-feira, 5 de outubro de 2018


Pensamentos em meio ao sermão de meu irmão

Queria eu escrever sobre coisas bonitas;
minhas poucas memorias nostálgicas
Queria eu deixar todo o meu amor sair,
mas de tanta angustia que já vivi,essa se parece mas recente
Em minhas idas e vindas ao passado,
me perco por vezes,em caminhos mal andados

Com clara certeza de ser rio,imenso espirito de cachoeira,
ou talvez simples vento,em um dia de recomeço
Me sinto cansada e me vejo quebrada
Perdida em seu olhar de desprezo,medo,nojo,não sei...
Porem não deixa de doer,essas feridas incuráveis,
que ainda me pegam de vez

Meu peito arde como chamas de gelo
De tanto cair,no chão permaneci
E por fim me vi em tantos poemas e cânticos
Triste porem bem e bem porem sem rumo
Vontades já passadas decisões nao tomadas
E um porque em mente,que me faz transparecer,
o urgente do meu viver

Queria eu escrever sobre amor,
assim como escrevo sobre a dor
Queria eu não lembrar de tal sorriso
daquela mesma que me roubou a essência
Penso só,queria eu estar tão bem,
quanto estou magoada

A equivalência não bate,muito menos cala,
todos os prantos cansados em meu quarto
Onde no escuro ninguém mas me via,
tamanha fraqueza no meu viver
Que foi por amar que acabei por esquecer,
que talvez o pensar em meio a paranoias e medos ,
não diz certo sobre o sentir
Este que não nos deixa omitir
A verdade do crescer

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Vamos esquecer a razão e fazer algo diferente,que essa vida de caos só anda me prendendo no medo.

Luz do mundo Assim como as estações,a vida tem ciclos. Os melhores dias são como memórias antigas de um verão regado de risadas, de ave...