segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Mais uma madrugada sem sentido

Do outro lado da tela encontro um amor de éras
Entre espinhos e petalas
A leveza dela com um simples toque de caos
Bagunçando ao passar por mais uma vez

Meu olhar ja não encontra o teu
E por mais que negue
O sentir faz falta
Como petalas ao vento
Caindo ao relento que se tornou amar você

Nas loucuras que fiz ao dizer sim
E das dores q senti a cada não
Sua partida não levou embora
A morada em meu peito
Antes preenchida por ti
Cômico ver o que nesses vai e vem
Nos tornamos

A dor some por vezes me deixando vazia
Porem quando volta
É como lança afiada atravessando minha alma
Um respirar apenas ja basta para a morte chegar
Morte de quem?
De ninguem
Ninguém este que me tornei
Entre confusões ja não  entendo meu querer
Ja me perco em meu sofrer
E busco a luz do meu amar que ja nem sei por onde esta

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